Uma pesquisa CNT/Sensus, realizada em 2011, encomendada pela revista Veja e publicada em 02/01/2012, mostra que o mundo já começa a ver o Brasil com outros olhos: “ele está mais rico, mais influente e muito mais famoso” Continua simpático também. Aliás, “simpaticíssimo,” como mostra os resultados da pesquisa internacional, com a participação de treze empresas de pesquisa internacionais. elas entrevistaram 7200 pessoas em dezoito países. Além do Brasil, os escolhidos foram: Argentina. Chile. Colômbia, México, Estados Unidos, Portugal, Espanha, França, Itália, Inglaterra. Alemanha, Rússia. China, Japão, Índia. Líbano e África do Sul quase todos veem o Brasil sob a mais favorável das luzes. Sobre os seus habitantes, a avaliação dominante é que são alegres e festeiros. Populares, agradáveis como turistas e queridos como vizinhos. (Veja 2012)


Pelo noticiário atual podemos perceber que boa parte do mundo já sabe que o Brasil é uma economia relevante e com viés de alta. E segunda a pesquisa CNT/SENSUS quase 60% acreditam que ele nunca foi tão influente na política nem tão ouvido nas mesas de negociação internacionais - ainda que, nesses campos, tenha colecionado bem menos vitórias do que derrotas. Boas impressões, no entanto, mesmo que não estejam lastreadas na realidade, são um ativo importante para qualquer país. Elas o tornam mais atraente, inclusive do ponto de vista econômico. Como destaca a revista Veja as seguintes opiniões: "A boa imagem abre portas", afirma o sociólogo Demétrio Magnoli. O filósofo Denis Rosenfield concorda com ele: "Ainda que, em alguns aspectos, a percepção positiva do exterior sobre o Brasil seja inexata, ela é boa porque dá ao país a oportunidade de se transformar naquilo que o mundo pensa que ele é". (Veja 2012)


A pesquisa ainda mostra as expectativas dos estrangeiros em relação à capacidade nacional de organizar a Copa do Mundo de 2014. Metade dos entrevistados sabe que o campeonato será sediado no Brasil (um porcentual bem menor sabe que o país receberá os Jogos Olímpicos em 2016, apenas 22%) e 73% confiam que o país está preparado para recebê-lo e fazer dele um belo espetáculo. Esse é o único item da pesquisa em que o Brasil foi mais bem avaliado pelos estrangeiros do que pelos brasileiros - apenas 49% destes dizem acreditar que o país está preparado para organizar a Copa. Em rodas as demais questões da pesquisa, o proverbial otimismo dos brasileiros - tricampeões mundiais, por exemplo, no índice de felicidade futura, pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas para medir as expectativas de satisfação nos países - fez com que eles tivessem uma opinião mais favorável do Brasil do que quem olha o país de fora.


57% dos estrangeiros e 78% dos brasileiros ouvidos acham que o Brasil aumentou sua influência no mundo. (Veja 2012)


Lembramos ainda que o Brasil ocupa um assento de membro não permanente. Participa dos processos de tomada de decisões e do trabalho da ONU, principalmente por meio de quatro representações permanentes: NY, Genebra, Roma e Paris. (eventos da Assembleia Geral e Conselho de Segurança; trabalhos relativos à África, Ásia e Oriente Médio; trabalhos relativos à agricultura e alimentação mundial; educação, ciência e cultura – respectivamente).


O Brasil busca um lugar permanente no Conselho de Segurança, alegando que é o representante econômico em sua região. Também participa do G3 (Brasil, Índia e África do Sul) e da OMC, visando fortalecer sua campanha.


O governo brasileiro busca intensificar suas relações comerciais com os países de economia em forte desenvolvimento, como a China (Em 22 de outubro de 2004, houve a assinatura do Acordo de Cooperação mútua em assuntos relativos à Defesa, a ser implementado com a criação do Comitê Conjunto de Defesa Brasil-China), Rússia e Índia, tendo como um dos objetivos obter apoio internacional para conseguir uma eventual vaga no Conselho de Segurança da ONU. Porém, essas relações comerciais não se consolidaram ainda, uma vez que os países citados não “ofereceram” nenhuma vantagem econômica considerável ao Brasil.


Mas mesmo assim vemos uma grande Aliança Estratégica, englobando interesses comerciais, econômicos, tecnológicos e científicos entre o cinco países, chamados BRICS, por suas iniciais: Brasil, China, Índia e Rússia - e mais África do Sul, vem sendo estruturada por seus governos desde 2003.


Portanto o crescimento de nosso país, em um momento tão importante da história, deve ser aproveitado para que de forma integral as estratégias de missões possam também acompanhar este crescimento e respeito pelo Brasil ente as nações abrindo caminhões para os missionários contemporâneos.


O ambiente global conspira a favor dos brasileiros, que já gozam de prestígio no exterior. Paradoxalmente, o cenário volátil e movediço que dominou a economia doméstica nas últimas décadas, auxiliou na construção desse prestígio. A incerteza transformou-se numa vantagem competitiva. Não é à toa que os nossos profissionais comunicam-se com facilidade, são ágeis na tomada de decisão, e ainda têm a tendência de adaptar-se a qualquer tipo de cultura, além de apresentarem vocação para manipular as informações e os assuntos estratégicos, são pessoas capazes de impactar os negócios, democratizar o conhecimento, partilhar e compartilhar. Todos esses atributos garantiram o diferencial competitivo e impulsionam a fama dos Brasileiros mundo afora.


Os latinos têm sido considerados com tendo algumas vantagens como obreiros para o mundo muçulmano: São mais flexíveis que os anglo-saxões, por exemplo, na maneira de encarar o uso do tempo (os árabes podem gastar três horas para tomar chá e conversar; A hospitalidade latina é semelhante à árabe; Os latinos valorizam o grupo e são menos individualistas que os povos do hemisfério norte; Os árabes, como os latinos, dão muita importância à posição social, aparência e títulos pessoais; Existem também as semelhanças no aspecto físico.


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